Pesquisar este blog

sábado, 19 de janeiro de 2013


Os quatro perigos das Testemunhas de Jeová



A organização Testemunhas de Jeová afirma ser o único grupo cristão verdadeiro em todo o mundo. Diz que todas as outras igrejas, sejam católicas ou protestantes, ensinam coisas erradas e que qualquer pessoa que não seja Testemunha de Jeová será destruída por Deus. Entretanto, os fatos mostram que esse grupo é uma seita enganosa. Aqui estão quatro razões pelas quais se deve evitar a organização Testemunhas de Jeová.
1. As Testemunhas de Jeová negam os ensinamentos centrais da Bíblia. 

A ORGANIZAÇÃO TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGA QUE JESUS CRISTO É DEUS. 

Em vez disso, ensinam que Jesus Cristo é um anjo criado. No entanto, a Bíblia ensina claramente que Jesus Cristo, o Filho, é Deus. Por exemplo, Hebreus 1:8 diz “Mas a respeito do Filho, Ele diz: o teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos…”. Muitos outros versículos também ensinam isso – João 1:1,14; 20:26-28; Atos 20:28; Romanos 9:5; Hebreus 1:3, 8-9; 2ª Pedro 1:1 etc.

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÃO CORPORAL DE JESUS CRISTO. 

Em vez disso, ensinam que Deus Pai eliminou o corpo de Jesus, dissolvendo-o em gases. As publicações das Testemunhas declaram: “Então, que aconteceu ao corpo carnal de Jesus? … Deus removeu o corpo de Jesus … assim como fizera antes com o corpo de Moisés”, “o homem terrestre, Jesus de Nazaré, não mais existe”.1
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o corpo de Jesus foi ressuscitado, trazido novamente à vida. Por exemplo, Jesus diz, em Lucas 24:39: “Vede as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Apalpai-me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho”. Veja também João 2:19-21; João 20:26-28; 1ª Coríntios 15:6,14.

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM QUE O ESPÍRITO SANTO É DEUS.

Em vez disso, ensinam que o Espírito Santo é uma “força” impessoal, como a eletricidade.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o Espírito Santo é Deus. Atos 5:3,4 diz: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo…? (…) Não mentiste aos homens, mas a Deus”. Veja também — João 14:16,17; 16:13-15; Romanos 8:26,27; 2ª Coríntios 3:6,17,18; Efésios 4:30.

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM QUE A SALVAÇÃO É UMA DÁDIVA GRATUITA DE DEUS.

Em vez disso, ensinam que a salvação só pode ser merecida ou conquistada por se unir à sua organização e trabalhar para a mesma. Esta é a única forma de escapar do juízo de Jeová, pois fora da organização não há possibilidade de salvação.2
No entanto, a Bíblia ensina claramente que a salvação não pode ser conquistada, vindo somente de forma gratuita e por iniciativa e misericórdia do próprio Deus. Efésios 2:8, 9 diz: “Porque pela graça sois salvos, através da fé ¾ e isto não vem de vós, é um dom de Deus; não pode ser obtido por obras, para que ninguém se glorie”. Veja também — Romanos 4:1-4; Gálatas 2:16; Tito 3:5.

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PUNIÇÃO ETERNA PARA O ÍMPIO. 

Em vez disso, ensinam que os maus serão aniquilados e deixarão de existir.
No entanto, a Bíblia ensina claramente a punição eterna do ímpio. Mateus 25:41,46 diz: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos… E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna”. Veja também Mateus 18:8; 2ª Tessalonicenses 1: 8, 9; Apocalipse 14:10,11; 20:10,15.

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM QUE OS SERES HUMANOS TÊM UM ESPÍRITO QUE EXISTE APÓS A MORTE.

Em vez disso, ensinam que, da mesma maneira que acontece aos animais, a vida de uma pessoa deixa de existir quando ela morre.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o espírito humano continua a ter uma existência consciente após a morte. 2ª Coríntios 5:8 diz: “Mas temos confiança, preferindo deixar este corpo e habitar com o Senhor”. Veja também Lucas 16:19-31; Filipenses 1:23,24; Apocalipse 6:9-11.

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE A VIDA ETERNA NA PRESENÇA DE DEUS É SOMENTE PARA UM GRUPO SELETO. 

Afirmam que a experiência do novo nascimento será restrita a um grupo de apenas 144.000 testemunhas de Jeová, e que somente estas poderão viver para sempre com Deus no céu; todas as outras testemunhas de Jeová ficarão na terra.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que todos que põe sua fé em Jesus Cristo terão vida eterna na presença de Deus. A Bíblia se refere a esse grupo como uma “multidão inumerável”. Apocalipse 7:9,15 diz: “Depois destas coisas olhei, e vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e perante o Cordeiro… estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no Seu templo…”. Veja também João 3:15; 5:24; 12:26; Efésios 2:19; Filipenses 3:20; Colossenses 3:1; Hebreus 3:1; 12:22; 2ª Pedro 1:10,11.

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A NATUREZA TRIÚNA DE DEUS (A TRINDADE) E ENSINAM QUE SATANÁS INVENTOU A DOUTRINA DA TRINDADE. 

Rejeitam todos os escritos que identificam Jesus Cristo como Deus, e o Espírito Santo como Deus.
No entanto, a Bíblia ensina claramente que o Filho e o Espírito Santo, assim como o Pai, são Deus (João 1:1; 20:28; 1ª João 5:20; Atos 5:3, 4). Mas ela também ensina de maneira clara e firme que há somente um Deus (Isaías 43:10; 44:6,8 etc.). Ensina que os Três são um – uma Trindade.
Não seria perigoso seguir uma organização que nega os ensinamentos centrais da Bíblia?

2. As Testemunhas de Jeová adulteram a Bíblia. 
A organização Testemunhas de Jeová tem produzido sua própria versão fraudulenta da Bíblia. Esta versão é chamada de Tradução do Novo Mundo das Sagradas Escrituras. Ela contém vários versículos deliberadamente modificados, distanciando-se do original bíblico. Estas mudanças foram feitas para tentar esconder o fato de que o ensino das testemunhas de Jeová é antibíblico e falso.
Uma comparação entre a Bíblia e a enganosa Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas
A Bíblia a enganosa Tradução do Novo Mundo
João 1:1 – “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.
Esta é uma declaração evidente de que Jesus (o Verbo) é Deus. João 1:1 – “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava , e a Palavra era [um] deus”.
Esta mudança foi feita para apoiar a negação das testemunhas de Jeová de que Jesus é Deus.
Colossenses 1:16 – “Pois nele [Jesus] foram criadas todas as coisas… tudo foi criado por ele e para ele”.
Este texto ensina que Jesus é o Criador de tudo, e como tal, não é, ele mesmo, um ser criado.
Colossenses 1:16 – : “Porque mediante ele foram criadas todas as [outras] coisas… Todas as [outras] coisas foram criadas por intermédio dele e para ele”.
A palavra “outras” foi erradamente acrescentada a este versículo para apoiar o falso ensino das testemunhas de Jeová de que Jesus é, ele mesmo, um anjo criado.
Hebreus 1:8 – “Mas a respeito do Filho, disse: o Teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos…”.
Observe aqui que Jesus, o Filho, é chamado de “Deus” pelo próprio Deus, o Pai. Hebreus 1:8 – “Mas, com referência ao Filho: Deus é o teu trono para todo o sempre…”.
A ordem das palavras foi alterada erradamente pela organização das testemunhas de Jeová para ocultar o fato de que, na Bíblia, Jesus, o Filho, é chamado de Deus.
Não seria perigoso seguir uma organização que adultera as Sagradas Escrituras?

3. As Testemunhas de Jeová têm uma história de profecias fracassadas. 
Os líderes das testemunhas de Jeová afirmam falar por Deus Jeová com autoridade profética, mas eles têm feito muitas profecias que nunca se cumpriram. Por exemplo, predisseram que o Armagedon e o fim do mundo viriam em 1975. Para esconder mais esse fracasso, a maioria das testemunhas de Jeová de hoje em dia nega ter feito essa predição, ainda que se prove facilmente o contrário com sua própria literatura.3
A organização Testemunhas de Jeová também previu que o fim do mundo viria em 1914, 1915, 1918, 1925 e 1941, errando todas as vezes. Predisseram que Abraão, Isaac e Jacó seriam ressuscitados e voltariam à terra em 1925, o que evidentemente não aconteceu4.4 A Bíblia declara que profecia não cumprida é marca inequívoca dos falsos profetas (Deuteronômio 18:21, 22).
Não seria perigoso seguir uma organização com uma história de falsas profecias?

4. A organização Testemunhas de Jeová utiliza sua autoridade de forma abusiva. 
Apesar de suas muitas profecias falsas, a organização Testemunhas de Jeová ensina que é a única religião verdadeira, e que somente seus membros são cristãos verdadeiros. Afirma que ninguém pode aprender verdades espirituais, senão com ela. Também ensina que só há salvação para quem se junta à sua organização, e que toda pessoa que não seja testemunha de Jeová será destruída no Armagedon. A organização Testemunhas de Jeová exige que seus membros obedeçam e aceitem, sem questionar, cada ordem e interpretação bíblica dada por meio dela.
Por exemplo, a organização Testemunhas de Jeová proíbe o uso de transfusões sangüíneas. Espera-se que as testemunhas de Jeová prefiram morrer ou deixar seus filhos morrer a quebrar essa ordem, ainda que a Bíblia, em parte alguma, proíba as transfusões de sangue ou sequer mencione que sejam erradas. Qualquer testemunha de Jeová que se atreva a desobedecer esta regra é ameaçada de ser destruída na chegada do Armagedon – o tempo do juízo final.
É assim que os líderes usam o medo e a intimidação para manter seus membros obedientes à organização. Os líderes das testemunhas de Jeová também têm utilizado suas predições em relação ao fim do mundo para colocar medo nos corações de seus seguidores.
Não seria perigoso seguir uma organização que utiliza sua autoridade de maneira abusiva?
Estes quatro pontos ilustram os perigos espirituais associados à organização Testemunhas de Jeová. Talvez você esteja se questionando: “Então, quais são as boas novas da Bíblia?” Os quatro pontos seguintes apresentam a você o resumo do verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, conforme encontrado na Bíblia.

COMO ENCONTRAR PAZ COM DEUS
A mensagem da Bíblia pode ser resumida em quatro pontos simples:
1. Nossos pecados nos separam do Deus vivo e verdadeiro.
“Porque todos pecaram, e estão destituídos da glória de Deus” (Romanos 3:23).
“Porque o pagamento pelo pecado é a morte, mas a dádiva gratuita de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
2. Não podemos salvar a nós mesmos, por nossos próprios esforços.
“Por isso ninguém será justificado diante dele pelas obras da lei; antes, pela lei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3:20).
“Ele nos salvou, não por obras de justiça praticadas por nós, mas pela Sua misericórdia, mediante a lavagem de regeneração e renovação pelo Espírito Santo” (Tito 3:5).
3. Jesus Cristo é o “remédio” providenciado por Deus para nosso problema: o pecado.
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu único Filho, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
“Pois Cristo padeceu uma única vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1ª Pedro 3:18a).
4. Nós precisamos receber pessoalmente Jesus Cristo, por fé, em nossas vidas, para recebermos o perdão pelos nossos pecados e a vida eterna.
“Mas a todos os que O receberam, àqueles que crêem no Seu nome, deu-lhes o poder serem feitos filhos de Deus” (João 1:12).
“Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9).
Se estas verdades da Palavra de Deus têm tocado seu coração, você pode responder a elas agora mesmo, pedindo que Ele perdoe seus pecados e que lhe dê uma nova vida em Cristo. Esta simples oração a seguir poderá lhe servir de orientação sobre como expressar sua fé em Jesus Cristo para a salvação:
Oração
Deus Todo-poderoso e misericordioso, reconheço que tenho pecado contra Ti em minhas atitudes, em minhas palavras e em meus pensamentos. Careço de Tua justiça, e não posso salvar-me a mim mesmo. Obrigado por enviar Teu Filho, Jesus Cristo, que derramou seu sangue por mim. Peço-lhe que me perdoe por todos os meus pecados, e coloco minha confiança em Jesus Cristo, que morreu em meu lugar, e que se levantou dentre os mortos. Amém.

Fontes:
www.iepaz.org.br
Institute for Religious Research. All rights reserved.

sábado, 22 de dezembro de 2012


Facebook faz parceria com organizações gays para deter comentários “discriminatórios”



O site de relacionamentos sociais Facebook está fazendo parceria com uma lista de importantes organizações de ativistas homossexuais para começar as operações de uma Rede de Apoio aos homossexuais, parte de uma campanha para remover expressões e importunações discriminatórias do site de relacionamentos sociais.
Mas as organizações pró-família estão expressando preocupações sérias com o modo como esse sistema foi organizado, pois algumas organizações homossexuais exigem não somente a remoção de expressões legitimamente violentas e discriminatórias, mas também a censura de declarações que meramente critiquem o comportamento homossexual.
O Facebook anunciou recentemente que estava lançando uma Rede de Apoio depois que uma página do Facebook estabelecida para desestimular importunações anti-homossexualismo e para comemorar a recente morte de seis homossexuais por suicídio recebeu comentários vulgares e obscenos.
A Rede de Apoio incentiva os usuários a denunciar comentários “de ódio” ao Facebook, os quais então serão deletados pelo site, e dá instruções sobre como impedir tais comentários de ocorrerem em primeiro lugar, tais como bloquear perfis, denunciar importunações, dar apoio para outros, pensar duas vezes sobre as postagens ou encaminhar indivíduos à Rede de Apoio do Facebook.
O site de relacionamento social anunciou que está fazendo parceria com a campanha “A Thin Line” da MTV; a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação (conhecida pela sigla em inglês GLAAD); a Campanha pelos Direitos Humanos (organização homossexual, cuja sigla em inglês é HRC); o Projeto Trevor; a Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero (conhecida pela sigla em inglês GLSEN); e Pais, Famílias & Amigos de Lésbicas e Gays (conhecida pela sigla em inglês PFLAG) para estabelecer essa Rede de Apoio para jovens homossexuais em estado de aflição.
Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família, denunciou a parceria, expressando preocupação de que organizações como GLAAD poderão realmente tentar usar sua influência para pressionar o Facebook a adotar uma definição mais ampla de expressão de ódio.
Jarrett Barrios, presidente de GLAAD, indicou que as iniciativas do Facebook são apenas “um primeiro passo importante”, e Perkins diz que crê que GLAAD trabalhará para expandir a definição de expressão de ódio além de ataques de ódio para incluir qualquer expressão que critique a conduta homossexual.
“Poderá ocorrer lentamente, mas garanto que o Facebook começará a ampliar sua definição do que é ‘discriminatório’ com base em ações que GLAAD fez no passado”, disse Perkins.
O líder pró-família se referiu à campanha de GLAAD para bani-lo da página editorial do jornal Washington Post depois que ele escreveu uma coluna onde disse que a culpa pelo bullying deveria ser jogada sobre os próprios indivíduos que cometem o bullying e não nos cristãos que frequentam igrejas, os quais acreditam que a conduta homossexual é errada, mas afirmam a bondade da pessoa.
Perkins deixou claro nesse artigo que os cristãos condenam o bullying e a violência contra os homossexuais, e disse que a compaixão cristã os motiva a buscar afastar os homossexuais de condutas “autodestrutivas”.
Contudo, GLAAD disse para seus seguidores: “Perkins culpa as recentes tragédias de suicídios entre adolescentes nas próprias vítimas” e acusou o Washington Post de fazer de suas páginas editoriais uma “plataforma para um ativista antigay”.
Perkins avisou que a parceira do Facebook com GLAAD “é algo que merece muita preocupação, pois coloca o Facebook no rumo cada vez mais forte dos meios de comunicação para a censura”.
“Como a grande imprensa, eles estão sucumbindo às pressões para silenciar a liberdade de expressão”.
O jornal Daily Caller (TDC) respondeu à parceria apontando para o fato de que o Facebook hospeda muitos sites que dirigem desejos de ódio ou morte para Rush Limbaugh, proeminente apresentador de programa de rádio conservador.
Andrew Noyes, porta-voz do Facebook, tentou explicar para o TDC o que parecia ser um padrão duplo, dizendo que “Declarações diretas de ódio contra determinadas comunidades violam nossa Declaração de Direitos e Responsabilidades e são removidas quando denunciadas a nós.
Contudo, organizações que expressam uma opinião sobre um estado, instituição ou conjunto de crenças — ainda que essa opinião seja ultrajante ou ofensiva para alguns — por si não violam nossas políticas. Quando uma organização criada para expressar uma opinião se envolver em expressões discriminatórias, nós removeremos os comentários odiosos e poderemos até remover a própria organização”. (Cf. reportagem do jornal Daily Caller)
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030107.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, 27 de novembro de 2012



É interessante como os ditados populares fazem parte da nossa cultura e expressam o que o povo pensa, pois, como muitos creem, "a voz do povo é a voz de Deus". Apesar de existirem alguns ditados verdadeiros, "nem tudo o que reluz é ouro"!


Um dos ditados populares a respeito de Deus diz: "Deus tarda, mas não falha". Há, inclusive, uma música intitulada "Quando Deus se cala", do grupo Voz da Verdade, o qual, como tem acontecido há um bom tempo, tem distorcido as verdades bíblicas. No trecho final, a letra diz: "Quando Deus se cala, tenha fé ó meu irmão/ Ele tarda, mas não falha, Ele vem com a solução"


Será que isso representa mesmo uma verdade? Vejamos:


"O Senhor não demora a fazer o que prometeu, como alguns pensam..." (2 Pedro 3.9)


Comparando o ditado popular com o que diz a Palavra de Deus, vemos que a ideia de que Deus "tarda" é fruto da visão superficial e imediatista do ser humano. O certo seria dizer: "Deus não tarda e não falha"!


É muito importante analisarmos o que a "voz do povo" diz. Sem a luz da palavra de Deus, estamos sujeitos a todo tipo de pensamento errado e que não agrada a Deus.

Mas o pior de tudo é quando temos a palavra de Deus nas mãos e não fazemos uso dela [isso é a maior tristeza]. Sem ela, corremos o risco de dar crédito àquilo que não é verdade. Por isso, sejamos estudantes da Bíblia


segunda-feira, 26 de novembro de 2012


Os profetas veterotestamentários são percursores dos teólogos da libertação?

Vocês pisam no pobre e o forçam a dar-lhes o trigo. Por isso, embora vocês tenham construído mansões de pedra, nelas não morarão; embora tenham plantado vinhas verdejantes, não beberão do seu vinho. [Amós 5.11]

Por Gutierres Fernandes Siqueira

A pergunta acima merece um artigo acadêmico com várias análises exegéticas dos textos bíblicos, mas a proposta deste artigo é mais modesta. Agora, acho que a pergunta merece ser respondida, pois já vi várias vezes teólogos da libertação se colocando como herdeiros de uma tradição judaica de protesto. Será?

Quais são as diferenças entre os teólogos da libertação hodiernos e os profetas do passado?

1. Os profetas não aderiam a um sistema de governo. Eram a consciência crítica de qualquer governo opressor. 

É inegável que os profetas no Antigo Testamento eram críticos do sistema religioso, político e social de Israel. Eles não eram adeptos do status quo e muitos tiveram vários problemas com os nativos. Mas quem disse que os teólogos da libertação contemporâneos estão fora do sistema? Ora, em países como o Paraguai, Bolívia, Nicarágua, Colômbia e até no Brasil você encontra muitos desses teólogos como parte do governo central. Hoje, eles são a “nova elite”. Que eu saiba os profetas do passado não aderiram a nenhum governo, mesmo que esse governo fosse “progressista”. Os teólogos de hoje não veem a hora de uma “boquinha” do “governo popular”.

2. Os profetas criticavam os “altos impostos” como opressores. Os teólogos da libertação adoram impostos, mesmo que não admitam. 

Os teólogos da libertação não criticam os impostos porque são dependentes de um Estado inchado. O Leviatã precisa de muitos tributos para empregar diversos companheiros e sustentar políticas assistencialistas. Além disso, como acreditam no Capitalismo de Estado a dependência de estatais é forte e, claro, necessidade de uma fonte de recursos. Amós ficaria escandalizado com a carga tributária do nosso “governo progressista”. E por muito menos Israel queria rebelar-se de Roma.

3. Os teólogos da libertação instrumentalizam a ideia de “tuteladores” do povo. Os profetas denunciavam o pecado do povo. 

Com os profetas não havia romantização do povo. Aliás, a palavra “povo” é uma abstração autoritária, pois os maiores demagogos instrumentalizam tal expressão a fim de conquistar poder. Os profetas não tinham medo dos governantes e nem dos governados. Se havia pecado moral ou social eles eram contra e não importava que os praticava.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A cor de Deus

Deus tem cor, mas nenhuma cor encontra abrigo em Deus. 

A importância da cor se dá nos olhos de quem ver, por isso, 

Deus tem cor, porque Ele olha a todos, logo há espaço para 

todos no coração de Deus: negros, brancos, amarelos, 

vermelhos e pardos. Sim, A cor de Deus se reflete em cada

filho e filha que Ele contempla. Somente um "deus" sem cor 

pode dar importância ou privilegiar seu simpatizante. 

Portanto, no Reino de Deus, as cores são invisíveis, teremos 

corpos espirituais, pelo simples fato de poder contemplar a 

essência das coisas nas cores que encontramos, não por 

procurarmos, mas por ser óbvio. Quem procura uma cor irá

achá-la: no inferno, casa principal do preconceito. 

Até à próxima!

André Silva

segunda-feira, 12 de novembro de 2012



notsotraditionalIsto, caríssimos leitores, é o que a Ordem dos Advogados do Brasil e uma boa porção de nossos parlamentares, bem como a totalidade das organizações paragovernamentais LGBT, desejam para nosso País: a desconstrução da família, o alicerce da sociedade.

Existem algumas situações com as quais nos deparamos na sociedade atual que, a bem da verdade, enchem-nos de uma profunda e justificada indignação. Para nós, que assumimos publicamente e defendemos sem medo que aos homens não é possível nenhuma auto-afirmação legítima, sólida e saudável que seja divorciada da ordem moral, testemunhar as barbaridades perpetradas por aqueles que se encontram a diuturno serviço do espírito revolucionário é ultrajante. A multiplicidade de aspectos da nossa realidade, que tem sido minuciosamente seviciada há muito tempo, provocam em nós os mais díspares efeitos, da raiva mais inflamada ao pessimismo mais melancólico. Recorrer às letras, às imagens e ao som é sempre uma forma produtiva não apenas de extravasar esses sentimentos, mas de reagir ao que se passa, de alertar os circundantes sobre a gravidade dos acontecimentos.
Óbvio que nem todos são positivamente obrigados a indignar-se dessa forma. A ralé ralante – para usar uma expressão de Baltasar Gracián – a serviço da Revolução é matreira e sabe como fazer seu trabalho de um modo sutil, à surdina – o que torna nosso trabalho muito necessário. Entretanto, há algumas coisas que ultrapassam em tão larga medida o limite do meramente intolerável que, a bem da verdade, parecem ter a proeza de roubar-nos até mesmo a capacidade de articulação para o alerta e a denúncia. Essas coisas são tão absurdamente explícitas, tão ululantemente óbvias, que o que mais nos indigna não é tanto a sua natureza brutal, mas a pusilanimidade e a pasmaceira gerais diante delas.

Confesso que escrever essas linhas está sendo como tirar leite de pedra, pois estou justamente num desses momentos de estupefação – e, para quem combate o espírito revolucionário e seus sicários, impressionar-se com alguma coisa é algo cada vez mais difícil com o passar do tempo. A Comissão Especial da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em conjunto com a Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, entregaram ao presidente do senado, José Sarney, em 23 de agosto, o anteprojeto doEstatuto da Diversidade Sexual (EDS). Composto de 111 artigos, o EDS é uma das peças mais grotescas e aviltantes já concebidas na história brasileira.
beremartasarn
Maria Berenice Dias (E), da OAB, entrega a Sarney o anteprojeto do EDS com Marta Suplicy.

Este artigo tratará dos pontos mais absurdos do texto feito pela OAB. Os trechos em negrito são grifos nossos.
Art. 13 – Todas as pessoas têm direito à constituição da família e são livres para escolher o modelo de entidade familiar que lhes aprouver, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.
A Constituição Brasileira estabelece no § 3º do art. 266 que “é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Se o STF, cujos ministros certamente foram vítimas de profunda crise coletiva de diverticulite encefálica, atropelou a Carta Magna ao estabelecer que, de acordo com o “espírito Constituinte”, a união homoafetiva é equivalente ao casamento entre homem e mulher, esse artigo do EDS esmigalha a letra constitucional sem piedade. Notem que o “modelo de entidade familiar que lhes aprouver” pode ser qualquer coisa: dois homens, duas mulheres, três homens, três mulheres, um homem e duas mulheres, uma mulher e dois homens... Não há limites – mesmo porque o EDS deixa implícito que a própria existência de limites seria um empecilho a esse suposto direito. Assim sendo, qualquer coisa poderá ser considerada união estável. Emblemática e ironicamente, no mesmo dia em que o anteprojeto do EDS foi apresentado a Sarney, um cartório de Tupã, interior paulista, lavrou uma escritura pública de união poliafetiva (sic) entre um homem e duas mulheres.
Art. 14 – A união homoafetiva deve ser respeitada em sua dignidade e merece a especial proteção do Estado como entidade familiar.
O anteprojeto não defende que a família, seja de que tipo for, mereça especial proteção do Estado, mas apenas a união homoafetiva. Não é fornecido nenhum argumento que justifique esse posicionamento, o que deixa margem a muitas especulações. A mais óbvia é de que o modelo tradicional de família – um homem e uma mulher unidos em matrimônio – não é digno da mesma proteção que a união homoafetiva merece. De duas, uma: ou a família tradicional é mais forte e demanda menos tutela do Estado, ou a ela é menos desejável para a sociedade em que vivemos.
Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.
Esse é, certamente, um dos artigos mais estapafúrdios do EDS. A OAB parece demonstrar, nesse trecho, que qualquer menção à existência da família tradicional em documentos identificatórios deve ser suprimida por representar um símbolo anacrônico, lembrança de um modelo ultrapassado de organização humana que deve ser superada.
Art. 39 – É reconhecido aos transexuais, travestis e intersexuais o direito à retificação do nome e da identidade sexual, para adequá-los à sua identidade psíquica e social, independentemente de realização da cirurgia de transgenitalização.

Art. 40 – A sentença de alteração do nome e sexo dos transexuais, travestis e intersexuais será averbada no Livro de Registro Civil de Pessoas Naturais.

Parágrafo único – Nas certidões não podem constar quaisquer referências à mudança levada a efeito, a não ser a requerimento da parte ou por determinação judicial.
A vedação de toda e qualquer referência à mudança de nome da pessoa, considerada pelo EDS uma “retificação” – ou seja, a correção de um erro –, apenas reforça a ideia de que a identidade sexual da pessoa é algo construído socialmente. A OAB, autora do anteprojeto, demonstra considerar o ser humano uma tabula rasa, um objeto que pode ser modificado de qualquer maneira a depender das circunstâncias. Não deixa de ser uma ideia que, no fundo, remete à engenharia social.
Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.
O que isso significa na prática? As escolas terão de evitar a comemoração de efemérides como Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia dos Avôs e das Avós, ou fazê-las de modo que a família tradicional não receba o relevo e a atenção que merece – afinal, isso seria considerado preconceito indireto contra as uniões homoafetivas ou poliafetivas.
Art. 67 – É vedado inibir o ingresso, proibir a admissão ou a promoção no serviço privado ou público, em função da orientação sexual ou identidade de gênero do profissional.

Art. 68 – Quando da seleção de candidatos, não pode ser feita qualquer distinção ou exclusão com base na sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Esses dois artigos lembram analogamente uma situação que está ocorrendo nos Estados Unidos. O governo de Barack Hussein Obama sancionou uma lei que obriga todos os empregadores americanos – empresas públicas e privadas, com fins lucrativos ou não – a fornecerem medicamentos contraceptivos e abortivos a quaisquer funcionárias que os requisitem. Diversas organizações católicas que atuam na área educacional e no terceiro setor acionaram judicialmente a administração Obama, uma vez que isso fere a filosofia das entidades mantenedoras dessas organizações e representa uma afronta à liberdade religiosa nos Estados Unidos.
Com base nos dois artigos acima, organizações religiosas ficariam impedidas de escolher seus funcionários com base em critérios éticos congruentes com suas convicções religiosas, sendo virtualmente obrigadas a contar com um quadro de funcionários que não seja integralmente montado de acordo com seus próprios critérios.
Art. 106 – A participação em condição de igualdade de oportunidade, na vida econômica, social, política e cultural do País será promovida, prioritariamente, por meio de:

I – inclusão nas políticas públicas de desenvolvimento econômico e social;

II – modificação das estruturas institucionais do Estado para o adequado enfrentamento e a superação das desigualdades decorrentes do preconceito e da discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero;

III – promoção de ajustes normativos para aperfeiçoar o combate à discriminação e às desigualdades em todas as manifestações individuais, institucionais e estruturais;

IV – eliminação dos obstáculos históricos, socioculturais e institucionais que impedem a representação da diversidade sexual nas esferas pública e privada;

V – estímulo, apoio e fortalecimento de iniciativas oriundas da sociedade civil direcionadas à promoção da igualdade de oportunidades e ao combate às desigualdades, inclusive mediante a implementação de incentivos e critérios de condicionamento e prioridade no acesso aos recursos públicos;

VII – implementação de programas de ação afirmativa destinados ao enfrentamento das desigualdades no tocante à educação, cultura, esporte e lazer, saúde, segurança, trabalho, moradia, meios de comunicação de massa, financiamentos públicos, acesso à terra, à Justiça, e outros.
Se existem sistemas de cotas raciais para acesso ao ensino superior público e concursos públicos, por que não estabelecer cotas sexuais? É justamente isso que esse artigo do EDS propõe. Não apenas isso: também estabelece acesso privilegiado a recursos públicos tendo como único critério a identidade sexual.

Isto, caríssimos leitores, é o que a Ordem dos Advogados do Brasil e uma boa porção de nossos parlamentares, bem como a totalidade das organizações paragovernamentais LGBT, desejam para nosso País: a desconstrução da família, o alicerce da sociedade. Caso o Estatuto da Diversidade Sexual, esse folhetim de natureza inegavelmente inconstitucional e imoral, chegar a ser aprovado, o potencial efeito desagregador que isso terá no Brasil será algo inimaginável. Se a situação está crítica agora, ela será um sonho idílico comparado com o que está por vir.

Por: Felipe Melo edita o blog da Juventude Conservadora da UnB.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


Idolatria gospel: um show de horrores


Qualquer cristão que tem o mínimo de conhecimento bíblico entende que Deus odeia a idolatria. Em 1 Coríntios 6.9, Deus alerta que os idólatras não herdarão o Reino dos céus. Em outra parte das escrituras lemos: “Não terás outros deuses diante de mim”. (Êxodo 20.3). Podemos ficar horas e horas citando trechos bíblicos acerca da mesma verdade: Deus quer estar em primeiro lugar de nossas vidas. Aqueles que querem ser verdadeiros adoradores deverão ter olhos para um só Deus. Isso é uma verdade inquestionável.

Também é verdade que a Igreja precisa ter modelos, precisa ter exemplos de vida com Deus, exemplos em todas as áreas de liderança, pastoral, nas artes, missões etc. A estas pessoas, chamamos de referenciais. Paulo era um referencial de sua época: “Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam”. (Filipenses 3.17). Precisamos ter líderes que nos dirijam, que nos abençoem, que nos ajudem a chegar aos níveis já alcançados por eles, que nos deem um norte em Deus.

Referenciais têm um enorme poder de influência sobre as pessoas como um todo. É por isso que quando algum destes referenciais cai em pecado, muitas pessoas caem em desilusão e os mais fracos tendem a abandonar a fé. Em geral, o povo é abalado quando um líder ou um referencial de grande influência comete falhas em público. E quanto maior a “bomba”, maior é o estrago. A Bíblia alerta: “Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado...” (2 Coríntios 6.3).

Um erro grandioso que a Igreja de hoje tem cometido e sofrido sérias consequências é o pecado da idolatria. E fazemos isso dando uma série de boas desculpas esfarrapadas. Por exemplo, quando quero idolatrar meu cantor gospel preferido, exaltando-o sobre as alturas, falo às pessoas que ele é um grande homem de Deus, um referencial para mim. Aí faço dessa pessoa meu ídolo, tendo em casa um altar para ele, com todos os seus CDS e livros, com todos os seus artigos escritos, com uma foto autografada, uma camisa do fã-clube e outros apetrechos que farão parte do meu devocional a este ídolo. Assim, a pessoa acaba se tornando um idólatra, tornado seu próprio irmão na fé num deus. Atenção: Adorar também significa “devotar a vida”.

Não há outras palavras para se dizer uma verdade dura que já está sendo ecoada no Brasil: a Igreja brasileira fez de seus referenciais grandes ídolos como o bezerro de ouro erguido pelo povo de Israel no deserto (Êxodo 32,4). Isso nós fizemos e por isso estamos pagando um preço tão caro. A Lei da Semeadura está valendo ainda hoje. A Igreja plantou idolatria, vai colher coisa ruim, maldição, destruição. Disto não duvidamos.

A Idolatria Evangélica Gospel Brasileira permitiu este show de horrores:

- Ídolos gospel que não “ministram” por menos de 15, 20, 30 mil reais.

- Ídolos gospel que decidiram, por loucura própria, fazer uma lista de exigências que nem Jesus, Paulo ou João fizeram quando exerciam seu ministério: hotéis 5 estrelas, frutas tropicais, água mineral de marcas específicas, dezenas de seguranças, carro blindado... E outras coisas que não vou pôr aqui, pois alguns não vão acreditar em mim.

- Ídolos gospel que são indiferentes e preconceituosos com certas cidades, regiões, raças, e condição espiritual. Por exemplo: tem gente que não “ministra” em certos lugares porque há muita frieza espiritual, eles só querem “ministrar” em lugares que já estão “avivados”.

- Ídolos gospel que se isolam da liderança espiritual de sua igreja para não precisar responder a ninguém sobre seus trambiques e pecados. Aparentemente chegaram num nível tão alto que não precisam mais de pastor e de igreja para acompanhá-los, agora podem caminhar sozinhos. Por isso temos visto tanto insubmissão e rebeldia em “ministério grande”.

Quem é o responsável por este show de horrores? Quem é o culpado? Penso que o culpado somos todos nós que fazemos parte da igreja, pois temos alimentado nossos ídolos. Damos a eles o que eles pedem, e é por isso que as exigências aumentam a cada dia. Enquanto pagamos 25 mil reais pra um irmão cantar num evento, deixamos missionários morrerem de fome aqui no Brasil e lá fora. E ainda dizemos: se o missionário passa fome, é porque está em desobediência. Quanta hipocrisia!

A coisa está tão feia que ninguém pode denunciar os pecados da igreja. Se alguém se levanta contra essa pouca vergonha dos absurdos cachês e exigências, dos pecados escondidos, da rebeldia contra os pastores, da idolatria descarada, da tietagem é rapidamente apedrejado pelos idólatras daquele determinado “deus gospel”. É igualzinho no Velho Testamento: “não desrespeite o meu deus que eu não desrespeito o seu”.

Meus irmãos, não me entendam mal. Não me interpretem mal. Estou aqui tecendo pesadas críticas contra a idolatria. Estou denunciando o pecado, não o pecador! É disso que tenho nojo, e é contra este terrível pecado que temos que lutar. Se a Igreja não acordar, colherá frutos tenebrosos. Se nós sabemos da existência de um Deus verdadeiro, se conhecemos o seu amor, e o trocamos deliberadamente por outros deuses, vamos pagar caro por isso. Aliás, já estamos pagando caro por isso!

Precisamos urgentemente de referenciais que apontem para Deus. Precisamos de mártires. Precisamos de humildade, simplicidade e pureza de espírito. Precisamos nos arrepender. Precisamos saber que “... o viver é Cristo, e o morrer é lucro”. (Filipenses 1.21)

"Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes." (Gênesis 35.2)