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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

No caminho do avivamento:

Dando voltas num caminho sem volta



Nenhum caminho é tão largo que não se possa perceber quando as curvas são perigosas, da mesma forma, qualquer caminho rumo ao avivamento é uma curva perigosa para o velho homem, este que apesar de viver tropeçando nas calçadas da vida sente medo de mergulhar no rio do Espírito, visto que tal caminho proposto por Deus traz uma interrogação, esta estrada tem um mapa que nem nossa bússola humana consegue nos localizar, eis o motivo de adiarmos essa viagem todo dia.

Geralmente, traduzimos o caminho do avivamento como uma fórmula pronta e acabada: faça assim, seja assim, ande assim e esquecemos que o avivamento é uma estrada sem volta e uma vez partindo rumo a ela, nossos pés tomarão decisões nunca antes pensadas, embora tendo o livre arbítrio como motorista, somos impelidos a nos separar do que nos tange desse poder, sim, as fórmulas prontas não existem por acaso, elas nos localizam pela lei que há em nós, mas o velho homem que há em mim e em você será o nosso companheiro de viagem, para que a graça em forma de liberdade não nos apavore tanto, somos imperfeitos até mesmo no caminho do avivamento.

Quando partimos do princípio de que somos pó e desgraçados, carentes da graça e misericórdia de Cristo, o livre arbítrio, nosso motorista, não desgovernará o carro, às vezes ele pára na oficina para uma revisão, outras vezes ele cai na lama cujos pneus ficam rodando sem sair do lugar, a força que nos empurra para frente em busca de um Deus de misericórdia, muitas vezes é o que nos faz descer do carro e o empurrar para voltarmos a viagem. Ansiamos, enquanto salvos, esse caminho, somos renovados a cada dia a buscá-lo, assim a estrada do avivamento é um eterno vazar de saudades, visto que nosso espírito pertence à pátria amada, nosso espírito tem sede de Deus de estar com Ele, sabemos que nEle somos mais que vencedores. Ele é um abrigo no caminho quando vem a tempestade, Ele é a parada de alerta quando há curvas e ladeiras perigosas, Ele é o farol mais alto quando as neblinas da estrada embaçam o para brisa de nossa visão, por esse motivo o avivamento é uma estrada sem volta e à medida que vamos conscientemente crescendo e amadurecendo na graça, verificamos o quanto nosso espírito pertence ao caminho sem volta, caminho este o qual desembocará nas mansões celestiais. A questão é: Avivento é um caminho ou apenas uma estação no caminho? Poderemos ser totalmente avivados?

Se começarmos a pensar o avivamento como um grande derramamento de poder, teremos que nos permitir, antes de pegar a estrada, a investigar o nosso carro humano, porque uma grande viagem requer uma revisão. Precisaremos, antes da viagem, verificar nossa conta bancária e calcular o quanto gastaremos até o fim do percurso além de acumularmos a esse cálculo os gastos com os supérfluos e os acontecimentos inesperados. Por outro lado, necessitaremos tomar uma posição, se queremos ou não viajar, porque pronto ninguém está, por mais que acreditemos ter tudo nas mãos sempre nos falta alguma coisa. Eis o motivo da auto reflexão estar em falta nos dias atuais, as pessoas tomam decisões avulsamente, saem no seu carro sem medir os perigos, se acham auto-suficientes e plenamente amadurecidas se esquecendo de que o livre arbítrio, nosso motorista, poderá ser guiado ou pelo espírito ou pelo velho homem o mais ilustre passageiro dessa viagem e se o veículo pender por uma estrada estranha, saiba: há assaltos, tragédias e morte a sua espera. Por isso, o temor é a primeira ferramenta que não pode faltar na hora de revisar o nosso carro humano. “O temor é o princípio de toda sabedoria” (Provérbios 1.7)

Nessa direção, com os freios do temor revisados e os cálculos feitos, partamos a revisar o nosso motor, a consciência, verifiquemos se o barulho que estamos fazendo seja uma auto defesa de fariseu camuflado, eu oro, louvo, vou à igreja estou pronto para enfrentar o caminho do avivamento. Esse discurso é comum em motores aparentemente valentes que rugem fortes e camuflam seus medos interiores e suas falhas mais escondidas. Se todo motor avisasse que está com defeito, muitos motoristas adiariam a viagem, muitos escapariam de dormir em estradas escuras e perigosas além de escapar de um grande acidente. Portanto, quem se aventura a andar no caminho do avivamento deve antes se lembrar de rever seu motor, porque uma vez estando no caminho do avivamento a máscara cairá mais cedo ou mais tarde. Pois no caminho do avivamento não há sombras e escuridão, ou você se revela por inteiro e deixa que a graça e a misericórdia o socorra ou o próprio caminho o denunciará, afinal: “poderá uma árvore boa dá frutos maus?” (Mateus 7.16,18)

Depois de tirar as máscaras do engano, o carro humano começa ganhar forma e isso só acontece porque passamos a freqüentar essa tão grande oficina que é a igreja. É uma pena que muita gente ainda tenha uma visão deturpada de igreja. A igreja não é minha, nem sua, nem tão pouco é uma rodoviária para um transitar humano de um vai e vem de gente com suas bagagens velhas e novas, também não é um museu incumbida de contar grandes histórias que de tão velhas deixaram de ser visitadas, assim como não pode ser um círculo de poder de um grupo antigo que já estava ali por muitos anos, não é herança de pai pra filho, não é um órgão democrático, a igreja também não é nem pode ser um palco para as manifestações culturais nem cabe a ela acabar ou solucionar os conflitos sociais, nem mesmo tem uma visão fechada e dogmática de uma ou mais pessoas ou uma visão mui livre e aberta para acompanhar o percurso dessa sociedade falida em si mesma. (João 18.36) Quando olhamos a igreja com essas características, deixaremos de localizar o caminho do avivamento, ainda que nossa bússola, ou melhor, nossos “gps” estejam por demais avançados, precisaremos entender que o nosso carro, mesmo novo, será convocado para um “recall” na concessionária do templo através do óleo da Palavra de Deus que vai retirar as peças defeituosas ou desenferrujá-las. Será a ação da Palavra de Deus na oficina chamada igreja que o seu carro será autorizado a seguir viagem e é lá e somente lá, caso não seja, permita-me uma pergunta: Poderia um carro ser consertado no psicólogo? Podem os artistas dessa cultura popular revisar o seu carro e colocá-lo no caminho certo? Poderá o próprio carro se auto consertar? Eu e você somos esse carro e para seguir viagem precisamos de uma revisão e somente no lugar sério e adequado poderemos receber orientação correta para não ficarmos na estrada, o nosso motor precisa de óleo para se mover de forma leve e esse óleo, que é a Palavra de Deus, só encontraremos em um lugar: na igreja. “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 12.4)

Tendo o óleo da Palavra em nosso motor, leremos melhor as placas de sinalizações, entenderemos que no caminho do avivamento vamos encontrar diversos carros quebrados, prontos a consertar. Não se engane na estrada do avivamento não veremos carruagem de fogo voando em nossa volta, Elias foi uma exceção, Enoque, que andava com Deus no caminho, foi logo tirado dessa terra. Nessa estrada há carros defeituosos e com vontade de serem consertados, ansiosos em serem usados, mas jamais teremos no caminho do avivamento carros que nunca se quebram, posto que sem defeito só Deus e Ele não dá sua glória a ninguém. (Isaias 42.8)

Por essa perspectiva, deixemos de pensar que no caminho do avivamento teremos homens e mulheres com super poderes, estendendo a mão e mortos levantando, cegos enxergando, coxos andando, surdos falando, calma! O caminho do avivamento é lugar de gente consciente de suas limitações, é uma estrada de conserto o tempo todo para que fiquemos habilitados para entrar nas mais altas nuvens e trafegar nas ruas de ouro descritas por João em Apocalipse, é um lugar de gente amadurecida, um lugar de gente normal, falha, um lugar onde não cabe uma encenação, nem performance, nessa estrada não cabem atores interpretando seus melhores personagens, apenas gente de vida real, não é uma sala da justiça cada um com seus dons poderosos e triunfalistas, não! No caminho do avivamento existe um povo que se chama pelo nome dEle, Jeová, o qual se dispõe a vestir pano de saco e derramar cinzas na cabeça, no caminho do avivamento há pessoas que há muitos anos de caminhada continuam dizendo: não sou nada, sou desgraçado, pobre e nu, porém quando clamam pelo nome que é sobre todo o nome, Jesus de Nazaré, Ele responde e o Espírito Santo da verdade nos auxilia como um canal naquele mesmo momento sobre o milagre daquilo que era impossível aos nossos olhos, pois no caminho do avivamento seremos o próximo instrumento a ser usado para glória dEle, do jeito dEle e no tempo dEle, seremos ou o próximo Elias ou um dos sete mil que não se curvaram. Não há profeta maior ou melhor, seremos sempre vasos usados para honra do Deus pai. Assim, todos verão que no milagre o nome do Senhor subsiste para todo sempre.


“Ele me perguntou: Filho do homem, poderão viver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes. Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que vou fazer entrar em vós o fôlego da vida, e vivereis. Profetizei, pois, como se me deu ordem. Ora enquanto eu profetizava, houve um ruído; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, osso ao seu osso. Então ele me disse: Profetiza ao fôlego da vida, profetiza, ó filho do homem, e dize ao fôlego da vida: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó fôlego da vida, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. Profetizei, pois, como ele me ordenara; então o fôlego da vida entrou neles e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo.” (Ezequiel 37.3-12)


No próximo post estarei continuando esse caminho.

Até a próxima!
André Silva

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A Paz do Senhor a todos!

Tenho estado ausente há mais de um mês por estar com um grave problema de saúde na familia.
Desde já rogo pelas orações dos santos na fé!
Em Breve continuarei a serie de textos sobre o velho homem.
Um abraço a todos!
Em Cristo,
André Silva

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ansiedade: uma estratégia do velho homem
para perdermos o alvo




Não tenho como destrinchar todas as causas e seus meandros, até porque o próprio assunto traz em si uma profundidade digna de um livro, mesmo assim, tentarei dentro dessa série: Nas mãos do velho homem, desmistificar essa característica humana, não como doença dos dias modernos, e sim como estratégia de quem quer nos ver desviar do alvo principal que o Reino e a glória que nos espera. Jesus foi claro, não andeis ansiosos pelo que haveis de comer, vestir, (Mt 6.25 – 34) mais tarde Paulo também nos adverte em sua carta aos (Fl 4.7). O que nos faz estar ansiosos?
As estratégias do velho homem contra o homem espiritual são muitas e antigas, no deserto o inimigo tentou até acreditar que Jesus poderia sofrer do mal da ansiedade, porém seu tiro saiu pela culatra. Sabendo então que Jesus estava quarenta dias com fome foi apressado em oferecer uma saída rápida para saciar seu corpo: “transforma as pedras em pães”, além do corpo, o inimigo atacou pelo mesmo viés: a ansiedade. Assim, tentou induzir o desejo em Jesus em ser alguém de destaque, afinal se ele era o filho do Deus vivo, porque não deixar claro que ele era rei e podia todas as coisas? Observe que nós humanos temos essa fome de transcendência, esse desejo de ter e ser desde o jardim. “E sereis como Deus sabendo o bem e o mal” (Gn 3.5) Só que mais uma vez Jesus dá uma aula: Está escrito! O que me espanta que Jesus ao ser interrogado não profere opinião própria, porém remete ele às Escrituras, está escrito! “Ouviste o que foi dito aos antigos” (lei mosaica) Por fim, o inimigo tentou encontrar em Jesus um nascedouro para um velho homem e foi infeliz em mais uma vez incentivá-lo à ansiedade, tentou buscar resquícios do velho Adão lá do jardim oferecendo o poder dos reinos ao dono dos reinos. Está escrito, responde Jesus com autoridade, somente a Deus deves adorar...
Jesus inicia seu ministério dando uma aula inaugural para quem quiser ganhar carta convite para entrar em seu reino, portanto, não estejais ansiosos por coisa alguma, antes...
A questão é muita óbvia e vive bem pertinho de nossos olhos, temos até como reverter a situação, posto que a fé tem poderes em si mesma para reverter as mais adversas tempestades, mas nem sempre é isso que acontece, se não é assim, olhe você para o culto no templo, olhe com atenção e seja no mínimo honesto em dizer que a ansiedade nos leva para muitos lugares menos para adorar a Deus. Os hinos são entoados nas mais belas vozes, porém é apenas um cantar ensaiado envolto a um culto mecânico sem causa e sem efeito de um Evangelho no qual o próprio Paulo diz: “porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder...”
Por outro lado, a ausência dos dons na igreja hodierna nos leva a dois caminhos: às lembranças do passado e as crises do presente. Lembrar o passado em que Deus parecia atuar mais que hoje, operar mais milagres que hoje nos faz pensar que os milagres cessaram e que Deus no mínimo não é mais o mesmo, de outro modo podemos também observar o crescimento pela procura da instituição religiosa ou dos artigos ditos da fé, principalmente no campo do louvor e da mensagem da Palavra, aparentemente parece uma sede, mas não é, o nome desse inchaço de mãos levantadas para o alto, das lágrimas a fio de um emocionalismo vazio diante de letras que tocam e arrepiam estrategicamente as almas cansadas das lutas da vida, dessa oratória ensaiada e determinada de pescadores de aquários é simplesmente ansiedade.
A busca incessante pela vitória virou febre nas igrejas e nos seguimentos cristãos de todas as placas, as pessoas esqueceram do primordial: buscar primeiro o reino e na sede desejosa entre o ter e ser, os cristãos modernos passaram a buscar o que Jesus mais combateu: “não andeis ansiosos”, porque é justamente isto que o mundo busca. Diante disso se entendermos bem o discurso de Jesus sobre o seu reino perceberemos que lá nada que sonho os nossos olhos carnais terá espaço nesse lugar. Sabendo disso, não quero aqui condenar ninguém, apenas tendo disto desde o início que tudo isto é uma estratégia do obeso e velho homem.
A ansiedade pelas coisas da vida tira o nosso foco para o altar, quando o salmista nos adverte em entrar pelos átrios do templo livres de tudo que nos cerca, louvando com júbilo o nome daquele que nos garante a vitória se descansarmos nEle. (Sl 100.4) A ansiedade quebra toda e qualquer confiança, a ansiedade nos tira do centro da vontade de Deus, posto que a nossa busca deve ser incessante pelo Reino, pela proclamação do Reino e pela nossa entrada no Reino, assim sendo, “aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 24.13) A ansiedade nos tira a visão do céu para buscar aqui as coisas daqui, para se satisfazer aqui com as coisas daqui e acreditar que isso apenas basta, quando muitos estão morrendo ao nosso redor sem conhecer a Cristo, mas o nosso umbigo parece ser mais importante no momento.
Estamos preocupados com qual roupa vamos ao culto, preocupados se o cabelo está bem escovado, se o terno é importado, e o sapato é da moda, se chegaremos no carro do momento para impressionar a todos na nossa chegada triunfal com os vidros escuros fechados e abarrufados do ar – condicionado, estamos preocupados se o pregador vai colocar os “s” no lugar, quem é o cantor da noite e se o mesmo tem voz aguda perfeita ou se faz um belo contralto, preocupados se o pregador conhece a fundo a teologia e sabe fazer os irmãos glorificarem e chorar no final, estamos preocupados com os arranjos do templo, com os bancos, com o piso que deveria ser de mármore para lustrar e refletir nossa imagem, estamos preocupados em ser até a melhor igreja, só não estamos preocupados em adorar em espírito e verdade, só não estamos preocupados e ansiosos em viver o evangelho com o jeito de Cristo, só não estamos preocupados em ir à escola Dominical para aprender a sã doutrina, só não estamos preocupados em levar o evangelho aos perdidos, só não estamos preocupados em ser sal e santo como Ele é.
Sim, olhe você mesmo ao lado e ao longe e perceba que tudo isso é fruto de uma ansiedade bem trabalhada no ruminar violento do velho homem o qual engole e vomita dia após dia a mesma comida com sabores diferentes, tudo para atrair o olfato de quem quer dar meia volta e depender de Cristo como aquele que na hora certa abre portas de emprego, sara as enfermidades, o livra das emboscadas do inimigo, faz encontros acontecerem, coloca o homem em cadeiras de honra, enfim esperar em Deus deve ser o modelo ideal de vida para quem quiser vencer na vida material e espiritual.
Esse velho homem tenta iludir a mim e a você ou mesmo a um grupo inteiro, a melhor forma de vencê-lo é solidificando suas bases na graça de Cristo, pois a graça é o caminho para qualquer cristão vencer, mas para chegar no solo seguro da graça é necessário antes de tudo da meia volta e nascer de novo.

Até à próxima!
André Silva.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Velho homem obreiro

Já observamos nos capítulos anteriores as façanhas do velho homem no homem espiritual. Também detectamos o quanto suas estratégias mudaram, mandar alguém pra fogueira ou colocar na cova dos leões são coisas do passado, posto que hoje o inimigo se contenta com nossa morte espiritual e não física, portanto a obesidade trouxe em si a morte aos poucos aos servos de Deus bem sentadinhos no sofá da sala. Sendo assim, ainda nascem outros questionamentos: por que muitos obreiros salvos em Cristo ainda vestem a roupa do velho homem? Pode o velho homem abençoar, com suas ações, a obra do Senhor?
Se abrirmos a janela do passado, veremos que o poder sempre foi combustível para o motor enferrujado desse homem carnal ou mesmo de algum anjo o qual desejou subir as mais altas nuvens (Is 14.14), até ele, o querubim ungido de Deus, teve o poder como estratégia para auto promoção e mais tarde esse mesmo anjo caído traz a receita ao primeiro casal humano na propalada alegação de que teriam poder, seriam como Deus, saberiam tudo. Com isso, o motor de partida foi acionado, a tomada foi plugada à energia do desejo e de lá pra cá a Bíblia nos mostra diversos casos de “velhos – homens – obreiros” os quais mesmo separados para liderar e zelar pelo serviço do Senhor, trocaram os valores, interrompendo até mesmo sua chamada na hipócrita idéia de que ser visto, aplaudido e famoso trouxe em si mais vantagens que o simples servir.
Não estou aqui culpando o homem, apenas apontando as estratégias do velho no homem espiritual, até porque suas ações podem nos deixar cegos, ambiciosos, obesos e precipitados.

“eu disse: Agora descerão os filisteus sobre mim a Gilgal, e ainda à face do Senhor não orei; e forcei – me e ofereci o holocausto.” (I Samuel 13.12,13)

Saul, rei escolhido pelo povo de Deus, tinha tudo para acertar, a questão dele e de muitos obreiros é a questão em foco: desobediência que desemboca em precipitação. “e forcei-me e ofereci holocausto” Todo qualquer trabalho forçado gera entre o povo frieza, o altar congela, ainda que os valentes estejam à frente, tentem mostrar serviço diante do líder, ainda que mostrem aparência de quem sabe mais que o outro, que é mais espiritual e mais capaz, tal ação é reprovada por Deus, visto que o Senhor não depende do nosso esforço para que sua obra ande, mas se em obediência estivermos, Jeová Deus nos manda guardar todas as armas e louvar, nos manda ficar parados e para ficar observando a os inimigos se destruírem, pois a peleja é do Senhor, a igreja não precisa de defensores, Jesus é o noivo cuidadoso dessa noiva.
Por outro lado, o velho homem não trabalha por amor, mas por auto promoção, “o que ganharemos, se deixarmos tudo e te seguirmos?” Muitos obreiros correm desenfreadamente por uma posição eclesiástica e se esquece de que quanto mais alto se sobe mais terá que descer e servir, visto que Jesus o maior homem entre nós nos deu exemplo e deixou claro que se alguém quiser ser senhor, primeiro seja servo. Mas, ai está o problema, o velho homem não consegue se inclinar a servidão natural, porque sua índole é orgulhosa, cheia de méritos próprios e procura sempre mostrar sua auto capacidade preguiçosa de uma ação sem reação, de uma ação cheia de segundas intenções, posto que tais inclinações é como um parasita na vida de quem almeja espiritualmente ser grato a Deus com seu serviço voluntário. Então, cuidado! “Toda árvore que não tiver frutos será cortada e jogada no fogo.”
Nessa direção, o velho homem não frutifica porque não entende as coisas do alto, não observa ao longe nem ao lado, nem detecta o fim de nossa peregrinação aqui, apenas deseja as coisas daqui, as conquistas daqui, o gozo daqui, por isso caro irmão e irmã pensemos longe, olhemos para o alto, nossa redenção, expulse esse parasita de você, se humilhe diante da potente mãos de Deus que no tempo certo Ele o exaltará.

Até à próxima!
André Silva

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O velho homem e a obesidade humana




Nas manchetes dos jornais a obesidade nunca teve uma cadeira cativa como hoje, fator maior para a preocupação dos cardiologistas, nutricionistas, controladores do peso e os personais trainers na busca incessante pelo peso ideal. A dieta virou o slogan da vez, é a gíria do momento e se formos a fundo ao assunto, veremos que tal busca desesperada contra os ponteiros da balança tem em si uma razão especial e se fizermos um paralelo entre o corpo físico e espiritual iremos identificar que os fast – foods da vida não nasceram por acaso, da mesma forma a comida rápida oferecida aos cristãos não é nenhum modismo contemporâneo e sim uma grande e inteligente artimanha.
A comida de Jesus era balanceada e rica em calorias, fazer a vontade do Pai, agradar somente a Ele era seu prato predileto, posto que tal dieta trazia em si mesma testemunho contra os seus agressores, era a resposta que calava a boca e fazia o próprio diabo desistir de tentá-lo, enquanto na ginástica, Jesus era rigoroso em praticar oração nas academias dos montes e locais reservados e de vez em quando exibia os músculos da misericórdia e com uma só palavra expulsava o mal. Jesus não conseguia tais feitos por que gostava de fazer meditação como os budistas, não, Ele nunca se enclausurou em mosteiros para alcançar a perfeição, porque viu que mesmo em meio à sociedade corrupta rodeado por tanta gente com más intenções, cercado de hipocrisia e violência, Cristo conseguiu vencer o mundo e a guerra contra o corpo. Jesus nunca ficou obeso existencialmente, nunca se exaltou nem deixou que o chamassem de rei nem mesmo optou em fazer caminhadas diárias para fazer a dieta dos tantos caminhos que existiam, antes foi claro: essa é a minha comida, minha bebida e minha caminhada, posto que o caminho sou eu mesmo.
No caminho não há receitas milagrosas afim de que o obeso existencial venha perder alguns quilinhos e virar um viciado em academias e exercícios, um dependente de drogas lícitas dos shakes diet, das sopas e chás ou mesmo das doutrinas obesas que ao longo do tempo também emagreceram para se parecer com o caminho chamado Cristo, a proposta de Jesus foi muita mais desafiadora, inquietou os sábios e fez uma revolução no mundo das ciências, filosofia e sociologia, porque não precisava emagrecer para ficar parecido com o modelo, apenas “vinde como estais, vós os cansados e eu, Cristo, vos aliviarei”. No caminho há alívio para alma, não precisa correr muito e levantar quilos e quilos de fardos pesados ou ficar parecido com alguém da televisão, basta apenas caminhar e no caminho o corpo que antes era obeso em sua essência vai tomando forma, a respiração que antes faltava ou vinha com dificuldade agora sai aliviada, a roupa vai encontrando seu contorno no corpo, os botões não fazem mais guerras, antes declaram a paz ao atacar sem muita força, no caminho proposto por Cristo, o espelho da vida já não mais incomoda, há uma reconciliação, uma vez que com todas as falhas que eu tenha, nenhuma condenação há, se eu estiver em Cristo, que é o caminho.
Porém, é com muita tristeza que observamos muita gente caminhando sem sair do lugar, numa eterna esteira ergométrica, pelo fato de um dia ter se deparado com o caminho, se comprometido a andar nele, mas no caminho o sedentarismo tomou conta, as células adiposas se multiplicaram e com elas o costumeiro jargão: “isso besteira”, alimenta mais que o próprio pão do céu, que é a Palavra. Há também outros indícios os quais na esteira da vida não diminui os efeitos da obesidade mórbida no ser, Jesus por sua vez tinha a fórmula exata para tratar esse mal que invade muitos corações desapercebidos: tirar a ansiedade, obedecer, levar a própria cruz, se tornar como criança, comer a Palavra, jejuar, orar sem cessar e nascer de novo. Não há obstáculos no caminho que não sejam vencidos com essas armas, qualquer um que se aventurar a esta empreitada vai sentir alivio tanto na alma quanto no corpo.
Por outro lado, a ansiedade tomou conta do ser, a materialidade, as grifes do momento, o status, o diploma, o reconhecimento humano se tornaram o sonho de muita gente, quando Cristo foi enfático que ganharíamos dez vezes mais se o reino estivesse como prioridade em nossas vidas, seríamos mais prósperos se o nosso tempo fosse melhor administrado, se nos desprendêssemos dos sofás e gastássemos menos tempo em dar ibope a aparência do mal e aos elementos que mais Jesus combateu nos evangelhos, viríamos de perto os milagres, a resposta chegar onde resposta não existe, ficaríamos surpresos com as surpresas provindas do trono da graça, se atentássemos mais em ouvir do que falar e oferecer sacrifícios de tolo, poderíamos estar em forma sem precisar de gastar tempo e dinheiro nas academias da vida, se déssemos meia volta e nos tornássemos como criança.
Nessa direção, os shakes, sopas, chás, anabolizantes e cosméticos até então não trouxeram em si nenhuma melhoria do ponto de vista humano, as pessoas malham o corpo, passam horas diante do espelho, tentam se produzir para causar uma boa impressão, mesmo assim continuam frias por dentro, perderam a sensibilidade, a visão espiritual ficou míope, a beleza que realça o corpo pode até impressionar, mas em si é uma luz ofuscada, pode trazer alívio à alma, contentamento, mas é como um vaso rachado que precisa retornar ao oleiro para ser moldado e transformado em vaso novo.
Da mesma forma, a oração deixou de ser exercício diário para queimar as calorias do pecado, embora a oração aqui não é aquela a qual costumeiramente fazemos antes de dormir, antes das refeições e ao acordar, não, oração é fruto de entrega e sem esse mergulho, tal ação torna-se apenas uma cultura rotineira e mecânica, é um simples repetir de palavras prontas nos fazendo ficar sobre a esteira ergométrica acreditando que estamos saindo do lugar. A oração como fruto de entrega nunca foi algo fácil, sempre travou batalhas com a obesidade e por incrível que pareça em algumas vezes tem perdido diante da carne fraca. Oramos pouco, porque a oração no meio cristão de qualquer placa metamorfoseou-se em barganha, oramos mais para pedir do que mesmo pela vontade de estarmos na companhia do nosso mais fiel amigo, Cristo Jesus, trocamos os valores e com eles engordamos demais com os supérfluos da vida.
A obesidade, além de ser um descuido, passa a ser também uma artimanha inteligentíssima. Quanto mais obeso mais preguiçoso, logo uma vez preguiçoso se tornará presa fácil do inimigo, pois um cristão quem num intervalo de 24 horas não consegue parar 30 minutos para se alimentar da Palavra e mais 30 minutos sem ter uma conversa aberta com o amigo Jesus, pode ter certeza, a obesidade deixou de ser um relaxamento para se tornar uma doença a qual se sedimenta no prato da ansiedade fazendo o homem desejar as guloseimas que os porcos comem.
Nesse caso, precisamos das armaduras espirituais, no entanto carregar armaduras é pesado, tem um preço, colocar sobre os ombros as armaduras espirituais descritas na carta aos Efésios é uma tarefa para quem está acostumado a praticar a mesma ginástica e alimentação de Cristo: Fazer a vontade do Pai. Afinal, sua comida era essa, sua ginástica era o jejum e oração, nenhum obeso conseguiria carregá-las, visto que, é preguiçoso, dorme muito e por tabela é desapercebido, falta-lhe a vigilância diária, falta visão do céu para enxergar o perigo à frente e dar meia volta, porém o obeso ver o prato, sabe que não pode comer, mesmo assim deseja, olha, cheira e come as guloseimas até lamber o fundo, pois o capacete da salvação, o escudo da fé, a couraça da justiça e a espada, que é a Palavra estavam ausentes, portanto sem elas as setas que voam ao meio dia e o arco do forte não puderam ser quebrados e o obeso então atingido.
Ao ser atingido, o obeso passa a sentar no sofá para se alimentar da programação diária, passa a dormir mais, não sente vontade de ler a Bíblia, muito menos de orar, investe pesado no laser secular, investe maciçamente na beleza do corpo, enquanto a alma vai se tornando um animal feroz vociferando as mesmas paixões do velho homem. Uma vez atingido pelas flechas malignas do colesterol, pelas setas anabolizantes do mal, o cristão se torna precipitado, egoísta, avarento, adúltero, desobediente e fazendo coisas de menino. Ora, se foi a época em que o inimigo lançava os cristãos na arena para serem engolidos pelas feras, hoje não precisa muito para exterminá-lo, basta torná-los obesos.
O velho homem não brinca em serviço, portanto continuaremos a descrever suas artimanhas no próximo texto. Lembre-se, você precisa das armas espirituais, mas para tê-las é necessário sair do sofá e subir o monte da oração, seja no próprio monte, seja no quarto, seja no intervalo do trabalho, seja no caminho com o caminho.

Até à próxima!
André Silva

quarta-feira, 27 de maio de 2009


Será que você está obeso(a)?

Suba na balança e descubra isso no meu novo texto:
O VELHO HOMEM E A OBESIDADE HUMANA.
A paz do Senhor, a todos.
André Silva

domingo, 3 de maio de 2009

Nas mãos do velho homem




“Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém aniquilará, tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo.” (1ª Co 6.13)


Muito se tem escrito sobre os fracassos nos relacionamentos, sobre as frustrações em alguns casamentos que mal começaram, nas decisões encalças, nas fraquezas daqueles que almejam acertar. Há uma enxurrada de livros sobre o assunto e ainda não tenha escrito nem um terço das causas, conseqüências e possíveis soluções, posto que assassinar as paixões não é tarefa fácil, principalmente se levarmos em consideração as inclinações do velho homem, suas motivações, medos, neuras, desejos e predicados contextuais. Então, o que nos impulsiona agir de corpo? Escolher pelo e com o corpo?
Em primeiro lugar, alguns autores discorrem sobre o contexto da modernidade jogando toda ou parte da culpa dos nossos fracassos espirituais como se as pessoas fossem manipuladas inocentementes. É bem verdade que os instrumentos da mídia em geral têm nos bastidores essa função, mas nenhuma ação se torna reação se em mim ela não tiver poder, assim entendemos que as ações da mídia no homem moderno é resultado do poder de influência sobre cada um, portanto os anúncios, jornais, revistas pornográficas, novelas, filmes e o mau uso da internet têm motivado algumas reações pelo simples fato do corpo ser alimentado e se o corpo foi alimentado é porque estava com fome e se com fome é porque estava pouco a pouco se inclinando ao prato, fator pelo qual o próprio Jesus não caiu na emboscada da ação – reação quando em quarenta dias com fome estava, antes preferiu dizer “Nem só de pão viverá o homem...”, sim, o corpo é metáfora de nós mesmos, ele é o que defendemos ser nos bastidores da vida, lá quando ninguém nos vê, quando as luzes se apagam e o oculto entra em cena.
Na contramão das reações, não poderíamos culpar a mídia, embora saibamos de suas armadilhas, a questão é: O que somos? O que defendemos? Quem somos nos bastidores do corpo, lá onde ninguém pode escutar os gritos do velho homem ruminando seu alimento predileto: as concupiscências. Sim, quem somos nós?
Responder a tais perguntas nos levaria a descobrir as raízes dos problemas nos relacionamentos em vésperas de fracasso, nos colocaria frente a frente ao espelho da verdade, infelizmente a face refletida no espelho tem sido mais verdadeira e real que nós mesmos, por isso poderemos julgar que o diálogo com Deus, com o outro e com nós mesmos têm estado ausente, até porque antes de se alimentar desejamos, desejo causado pela ação – reação do corpo, mas só alimentados se poder tiver sobre nós e para que a fome não nos cause reações contrárias, precisamos entender nossas limitações, porém temos a mania de camuflar nossos mais negros segredos, temos a cultura de mascarar nossas dores, taras, manias que ao se confrontar com as reações do corpo se lambuza com o banquete que a oferecemos, logo a mídia é o banquete dos olhos do corpo, são as guloseimas numa diabetes que nem dói nem se detecta a olho nu, mas surge de mansinho; então pare agora! Se não está sabendo usar a internet, se ao ficar a sós o dvd tem sido um banquete para os filmes pornográficos, se as playboys e G’ magazines e até mesmo as revistas de vendas de lingeries têm sido o combustível que dá poder sobre você, pare em nome de Jesus, porque nem só de pão viverá o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus.
Através desses e outros elementos, o homem se sente cercado entre o ser e o não ser, falta-lhe a respiração na hora da tentação, mesmo com o espírito pronto, falta coragem para assumir que o câncer do pecado está tomando conta do corpo, falta coragem para encarar a quimioterapia no gabinete pastoral em busca de ajuda, por outro lado faltam também apascentadores nos gabinetes da vida, porque o gabinete transformou-se, em alguns lugares, em gestão financeira de “lucros – alma”, quando a alma ficou presa nas mãos do velho homem e sem forças para retroceder ao seu bel – prazer, escolhendo assim pelo corpo e com o corpo que essa terra ainda há de comer.
Dessa forma, nada pode ser feito, a não ser que a quimioterapia faça efeito na consciência e o remédio da oração seja tomado regularmente na hora exata, se não o corpo fica a mercê do velho homem, vagando pelas as avenidas de uma certeza incerta, decidindo com o olho nu ou com o coração, que de bom nada tem, acreditando nos seus passos que pouco a pouco vão cavando a própria cova no inferno que o espera, embora de cetim, brilho, grife e posição sócio - eclesiástica esteja coberto o corpo.
Sim, minha irmã tem solução, sim meu irmão o remédio da oração tomado regularmente na hora certa é um antibiótico de mil miligramas contra a pneuma da alma. Sim, buscar ajuda junto ao seu apascentador o fará enfrentar as reações do corpo, mas é exercitando o espírito em jejum, é se esvaziando da carne, que o corpo vai morrendo e o espírito tomando fôlego para responder com voz forte: eu não preciso desse alimento, eu preciso da Palavra que sai da boca de Deus.
A partir daí poderemos desenhar a arquitetura do velho homem e mostrar seu desequilíbrio diante as diversas situações. Jesus por sua vez era um homem sensato, seu corpo teve fome, mas ele rejeitou transformar as pedras em pães, visto que atender aos apelos do corpo seria jogar quarenta dias de jejum fora, seria agir com ansiedade, seria deixar o caminho, o alvo: a cruz.
Observe que o velho homem, o diabo, nos oferece comida aos poucos, primeiro ele tenta matar a fome de Jesus, segundo pede para ele pular do alto do pináculo e assim dar um espetáculo, terceiro, prostrar-se. O velho homem alimenta seu desejo, depois faz você se revelar para todo mundo envergonhando a igreja e por fim desviar-se se lambuzando com o prato. As táticas são variadas desde um simples olhar, um gesto, um pensamento para desembocar num vai e vem das emoções, numa repetição igualzinho as colheradas que colocamos na boca quando o paladar acusa que a comida esta gostosa, vamos comendo pelas beiradas, depois acabamos por lamber o prato. Então cuidado, nem toda comida gostosa é sadia, mas é um canal para algumas doenças que explodem numa simples gastrite, num diabetes ou mesmo num câncer no velho argumento que o meu corpo está forte,quando fracos somos diante de qualquer doença, ninguém venha dizer que fica em paz quando a doença nos assalta, mesmo depois dos remédios, o corpo se reabilita, dá sinais de melhoras, mas a cura total não existe, somente quando nos livrarmos do corpo dessa morte, só nas mansões celestiais estaremos livres, aqui estaremos sujeitos a tomar remédio controlado todo dia, o diagnóstico é o mesmo para todos cristãos: Vigiar, orar, jejuar e se alimentar da Palavra do Senhor, que o pão do céu, essa receita é infalível contra o vírus do velho homem.
Já entendemos que a mídia ou a modernidade não pode ser justificativa para a queda. O que interessa saber é o que nos leva a ficar nas mãos do velho homem? Por que ele exerce tanto poder sobre nós? Como se livrar das garras desse homem caído? Essas respostas nós iremos construir juntos, portanto estaremos abordando nas próximas postagens.

Até à próxima!
André Silva